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A constância para a formação dos hábitos da criança

11 de Maio de 2012 | Publicado por Mariana em Mensagem da Semana

A educação exige continuidade. Se mudais de opinião ou de humor a cada instante, desconcertareis a criança. Semelhantemente, se, por faltas idênticas, mostrais ora indulgência, ora severidade, a criança, que possui uma lógica rigorosa, se perturba, e, cedo, perde a cabeça.

É nos primeiros anos, sobretudo, que se adquirem os hábitos. Qualquer que seja o temperamento da criança, quaisquer que sejam os seus atavismos, é fácil orientar a “plantinha tenra” no caminho do bom-senso. Seja pela ordem, pelo respeito, pela higiene, pela polidez; seja pela lealdade, pela aceitação alegre das pequenas dificuldades da vida, pela aquisição dos reflexos da caridade – nada vale mais do que a constância para criar hábitos que, ao se tornarem autênticos traços psicofisiológicos, tudo facilitarão.

Mas, enquanto não se criar o hábito, é preciso não largar a presa.

São essa constância e essa continuidade que exigem o maior esforço do educador. Não será, talvez, necessário fazer tudo ao mesmo tempo, mas será por esforços repetidos no mesmo sentido, com doçura e firmeza, que se liberta a criança de sua tendência arraigada à preguiça e ao egoísmo.

Agir, castigar ou recompensar às tontas, sem razão proporcional, dá mais ou menos vagamente à criança a impressão de que “não é sério”. Daí ao “toma lá, dá cá”, há apenas um passo.

A Arte de Educar as Crianças de Hoje – Pe. G. Courtois

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